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A experiência conta porque conhece o terreno

  • Foto do escritor: UNDERTAKE EDUCAÇÃO CORPORATIVA
    UNDERTAKE EDUCAÇÃO CORPORATIVA
  • 28 de mar. de 2021
  • 3 min de leitura

Vivemos uma era de inquietação e ansiedade, com diversas e profundas transformações no mundo. Você também sente isso? Muita coisa acontecendo no mercado e novos jeitos de criar e desenvolver negócios, baseados em tecnologia, métodos e abordagens inovadoras – em especial no último ano, esses elementos mudaram (e muito!) a forma como as pessoas trabalham.


Podemos observar mudanças acontecendo ao longo dos anos no que se refere à faixa etária da população ativa no mercado de trabalho. Desde o início da industrialização até os anos de 1990, e no Brasil até por mais tempo, as contratações e crescimento profissional basicamente privilegiavam a experiência, e o jovem tinha uma longa fila a aguardar, já que sistemas de plano de carreira eram lentos, quando presentes, e não valorizavam a performance.


Com a aceleração das mudanças no século XXI e a necessidade de inovação digital, surgiu uma espécie de idolatria dos jovens. O novo cenário ganhou força com o aumento da tecnologia nos negócios, associado à mítica ideia do jovem “nerd”, que reinventa o mundo a partir de sua garagem e custa menos, ideia essa que, no fundo, reforçou o preconceito com profissionais mais velhos.

Cena do filme “Um senhor estagiário”
Cena do filme “Um senhor estagiário”

Estamos vivendo mais, os desafios são mais complexos e o equilíbrio entre as diversas faixas etárias trabalhando em conjunto parece sábio, ainda que uma análise desenvolvida pelo Núcleo de Estudos em Organizações e Pessoas da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV EAESP) revele que 75% das empresas evitam contratar pessoas mais velhas e preferem jovens.


A nova onda de gestão respeita a diversidade e trabalha para essa inclusão no conceito de sucesso e desempenho de equipes e empresas, como contrapõe o estudo da Consultoria iDados, com base na Pnad Contínua, do IBGE, que demonstra que o número de pessoas com 50 anos ou mais no mercado cresceu 20% entre 2012 e 2018.


É preciso haver equilíbrio e, para isso, ter por perto alguém que conhece o que acontece, o famoso “caminho das pedras”. Ainda que não tenha tudo o que precisa, esse profissional traz a inteligência da jornada, afinal, a experiencia é importante porque conhece o terreno, seus processos e caminhos nas empresas.


Tal como o filme “Um senhor estagiário”, que estampa nossa thumb e inspira esse breve artigo, busco deixar um recado, de que os sábios merecem ser ouvidos e respeitados, podendo se transformar em grandes aliados para o sucesso do seu negócio ou projeto. Por quê?

  • Se já é de casa, conhece as rotinas da organização e, com seu olhar maduro, pode apoiar mudanças e avanços, minimizando impactos nos processos

  • São fonte rica de conhecimento e sabedoria, trazendo os aprendizados das vivências ao longo de sua jornada de vida

  • Contribuem substancialmente como mentores dos membros mais jovens de uma equipe

  • Ao contratar profissionais das mais variadas faixas etárias, a empresa incentiva trocas de experiências e perspectivas

  • Já vivenciou diferentes cenários, um grande diferencial estratégico, podendo prever movimentos do mercado, além de antecipar problemas e soluções


Encerro esta reflexão com um chamado colaborativo, de inclusão da diversidade etária nas equipes e empresas, e com a convicção de que, sim, é possível tirar o melhor desse equilíbrio entre o apetite inovador e a real sabedoria, baseada no terreno.


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