Os números não mentem
- UNDERTAKE EDUCAÇÃO CORPORATIVA
- 18 de fev. de 2021
- 2 min de leitura
Atualizado: 20 de fev. de 2021
O que têm em comum um jovem administrador que percebe que o negócio da família pode faturar mais, um médico visionário que compreende a importância da qualidade no cuidado dos seus pacientes e quer impor sua visão de mercado e uma recém-formada que deseja empreender no ramo de vestuário para e-commerce?
Tudo! Entusiasmo, dedicação, ousadia para arriscar, mas, principalmente, espírito empreendedor. Espírito esse que promove incríveis transformações, movimenta e cria produtos e serviços e sustenta economias mundo afora, alimentando toda uma cadeia produtiva de fornecedores, clientes, gerando empregos e renda a milhões de famílias.

Então basta uma boa ideia e uma dose reforçada de empenho para alcançar sucesso no seu negócio? Opa, não é bem assim que a banda toca. E é justamente aí que entra o contraponto de semelhanças entre nossas personas, aquelas que abrem este texto. Há mais elementos presentes na rotina empreendedora para além do glamour e do brilho da vitória. É vida real, com suas preocupações, seus medos e, por vezes, o desespero de quem adormece pensando em como fechar o mês sem dever a fornecedores nem a funcionários ou se terá produto para entregar.
Em nosso último artigo, exploramos uma das principais armadilhas para organizações (vai lá conferir!), mas, hoje, vamos destacar um equívoco comum e igualmente fatal no mundo dos negócios: achar que conhece tudo do seu mercado e negligenciar estudos básicos para formação de um plano de negócio.
Contra fatos não há argumentos, e os números não mentem. Conhecer a demanda, apelo do público-alvo, os custos de produção de produtos ou serviços, as despesas de manutenção da estrutura, as margens aceitáveis para composição de preço de venda, capacidade produtiva de equipamentos e pessoal, por exemplo, são fundamentais para enxergar um horizonte de sucesso da empreitada.
Esse horizonte é o ponto de partida para criação das estratégias de negócio. É quando se tem clareza dos desafios financeiros necessários à sua sobrevivência e sustentabilidade para, em seguida, lançar mão de objetivos e ações que deem sustentação ao “calcanhar de Aquiles” de todo empreendedor, o fluxo de caixa.
E nunca é demais lembrar que o fluxo de caixa se refere ao fluxo do dinheiro no caixa da empresa, ou seja, ao montante de caixa recolhido e gasto pela empresa durante um período definido. Para que as empresas forneçam seus produtos ou serviços à sociedade, elas precisam de uma quantia mínima suficiente tanto para os investimentos iniciais de montagem do negócio quanto para sustentar as operações do dia a dia, como pagamento de fornecedores, salários, impostos etc.
Temos acompanhado um aumento ainda tímido, mas interessante, na busca por orientação técnica e qualificada para apoiar a criação e condução de negócios, mostrando que o empreendedor de hoje está desenvolvendo a percepção dessa necessidade de minimizar seus riscos de investimento e operação, trazendo mais previsibilidade para seu fluxo de caixa e equilíbrio para organizar estratégias de resultado a curto, médio e longo prazo. Mas isso é assunto para um próximo conteúdo.
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Abraço e até a próxima.

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