Porque seu 2019 pode não dar certo!
- UNDERTAKE EDUCAÇÃO CORPORATIVA
- 18 de jan. de 2019
- 2 min de leitura
O ano começou acompanhado de um fenômeno recorrente na história do homem moderno:
fazer planos para o futuro. O desejo de cuidar da saúde, crescer profissionalmente, dar mais atenção à família, e as inúmeras antigas promessas que estavam no fundo da gaveta, vem à tona para serem resolvidas todas de uma só vez Isso sem mencionar os novos projetos que estão por vir.

No mundo corporativo não é diferente. O final do ano também marca uma etapa de reflexões de resultados alcançados e caminhos percorridos pelas empresas no período. As lições aprendidas geram amadurecimento para novos desafios, corrigindo rotas ou incrementando seu crescimento.
Um planejamento estratégico bem realizado, oferece a empreendedores, acionistas e seus negócios, elementos para organizar sua estrutura administrativa, técnica e de pessoas para um grupo de iniciativas e rotinas que estejam conectados com os seus principais objetivos, seja aumento de mercado, lançamento de novos produtos, otimização de custos ou qualificação de serviços, dentre outros vários exemplos que podem ser citados.
Um estudo longitudinal de 10 anos sobre liderança executiva, conduzido pela NAVALENT, demonstra que 67% das estratégias bem formuladas fracassaram por conta de má execução.
Por melhor que seja a elaboração do planejamento estratégico de uma empresa, quais os motivos por falharem tanto no seu cumprimento? Porque muitos desejos ou projetos não conseguem ser realizados como previstos?
Pessoas. Simples!
Dois artigos da Harvard Business Review, dos autores Ron Carucci e Paul J. Zak, recaem o olhar em duas causas fundamentais. Cerca de 61% dos líderes disseram que não estavam preparados para os desafios estratégicos que enfrentaram ao ser nomeados para cargos mais altos de liderança. Apenas 40% dos funcionários relatam que estão bem informados sobre as metas, estratégias e táticas da empresa. As empresas que compartilham seus “planos de voo” com os funcionários reduzem a incerteza sobre para onde estão indo e por quê.
Tais conclusões expõem o quanto é necessária uma preparação adequada da liderança ou mesmo lança dúvidas sobre como os processos seletivos das empresas podem estar priorizando as competências individuais em detrimento às necessidades de condução dos times para cumprimento do plano estratégico. Aliado a isso, temos sinalizada a importância de como a instauração de um processo sistêmico de comunicação e envolvimento interno para a estratégia possui impacto no comprometimento das equipes.

Excelente conteúdo. Parabéns.