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SORTE NÃO EXISTE

  • Foto do escritor: UNDERTAKE EDUCAÇÃO CORPORATIVA
    UNDERTAKE EDUCAÇÃO CORPORATIVA
  • 17 de abr. de 2019
  • 3 min de leitura





Quem não nunca passou por períodos de dúvidas e incertezas sobre sua carreira,

relacionamentos, filhos, a compra de um carro novo ou uma viagem inesquecível, quais

escolhas realizar, aquele investimento tentador, um novo negócio ou se o caminho

escolhido é o definitivo e a melhor opção? São muitas as expectativas que podem ser

criadas quando pensamos em sonhos, não é mesmo? E, em muitos casos, geram uma

carga de responsabilidade, medo e frustração que poucos estão dispostos a carregar.

Mas saiba que não está sozinho nessa! 10 em cada 10 pessoas já passou por isso,

contudo, o que define o sucesso de uma iniciativa, seja qual for, é a forma como

lidamos com nossos medos e incertezas.


Há 2 anos descobri como o desenvolvimento pessoal pode ser dinâmico, consistente e

imparável. Inconformado em saber que meu potencial poderia ser muito mais explorado

do que até então, ainda que tenha participado de cursos de autoconhecimento, análise

comportamental, gestão de tempo, objetivos e metas e tenha passado por um processo

de coaching, não parei por aí e segui explorando várias vertentes do autoconhecimento e

passei a reconhecer com muita clareza algumas das minhas qualidade e limitações.


Aprimorando meu senso crítico e visão de negócio, assim como a sensibilidade a fatos e

cenários que permeiam minhas atividades e relacionamentos profissionais e pessoais foi

possível viver a vida com novas lentes que mudaram a forma como reconheço sinais,

ações e comportamentos e suas consequências, estabelecendo novas formas de me

conectar com as pessoas, empreendimentos e prioridades.


Essa jornada trouxe uma nova forma de definição de metas profissionais e pessoais

como algo fundamental para o alcance de objetivos e sonhos, com exploração de ações

alcançáveis de forma organizada e estruturada.

Com isso, uma nova perspectiva de motivação para conquistas se estabeleceu, pois à

medida em que as ações eram cumpridas, os objetivos se tornavam mais próximos e

com as metas materializando essa jornada, foi possível comprovar a boa estratégia

escolhida e o sentimento de realização se consolidando.


Não é normal, mas é comum a todos que passam a alcançar seus objetivos receberem

julgamentos de outras pessoas, ainda que próximas, que desconsideram sua força

mental, planejamento, dedicação e construção, e atribuem tudo ao acaso, ou à sorte. Isso

eu vejo a todo momento e essa é a reflexão que provoco neste artigo.

Quem já não ouviu comentários (ou julgamentos) do tipo?

- Mas como ele tem sorte, conseguiu a promoção.

- Apenas conseguiu entregar o projeto devido à sorte em ter um bom time.

- É muita sorte dele aquele negócio vingar, ninguém dava nada por ele.

- Como a empresa dele cresceu, só pode ser sorte!

Se você acredita que a sorte define o seu futuro, pare por aqui! Mas se você tem dúvidas

ou não acredita, continua a leitura que a reflexão é boa, garanto.


Sorte pode ser conceituada como “uma força invencível a que se atribuem o rumo e os

diversos acontecimentos da vida; destino, fado”.

De uma forma geral, a maioria das pessoas aceitam a sorte como algo divino, preparado

para a sua jornada de vida, seu destino. Nem sempre ruim, mas algo que está além de

sua possibilidade de ação. Não questiono a crença das pessoas, mas sim o que fazem ou

não com ela.


Boa parte destas pessoas são as mesmas que se dizem sem sorte pela vida que tem ou as

realizações que não alcançaram, ou pior, por isso, alimentam sentimentos destrutivos de

inveja a respeito do outro e não percebem que isso alimenta uma auto imagem

medíocre, que atrairá pessoas com a mesma forma de pensar e que não acreditam em si

mesmas. Já dizia o provérbio chinês (também já vi essa conclusão atribuída a Platão)

que “pessoas sábias falam sobre ideias, pessoas comuns falam sobre coisas e pessoas

medíocres falam sobre pessoas”.


Com mentalidade fixa, não se veem capazes de alterar o curso de suas histórias e

conduzir seus destinos através de escolhas que podem mudar suas vidas. São injustos

com os outros e consigo mesmos. Comparam o palco dos outros com o seu bastidor, não

faz sentido. Quando não se conhece a jornada que o outro percorreu, não se pode querer

as mesmas conquistas.


Mário Sergio Cortella escreveu que a sorte segue a coragem. Concordo que há muito

mais envolvido em alcançar objetivos desejados do que simplesmente aguardar “uma

força invisível” a que se atribui os acontecimentos, mas foi na definição de Elmer

Letterman que algo um pouco óbvio apresentou-se às claras quando afirma que “sorte é

o que acontece quando a preparação encontra a oportunidade”.


Foi amor à primeira vista e nesse momento a ressignificação de sorte surgiu. E tudo fez

sentido quando resgatei o que está nos bastidores (os finais de semana de estudo, os dias

sem almoço, as madrugadas de insônia criativa, a dedicação, o esforço, o trabalho, os

riscos, as dívidas, as lágrimas) e o palco (as conquistas).


Claro! Esse é o segredo: partir para ação. É preciso estar preparado para quando a

oportunidade cruzar o caminho. O caminho nem sempre será confortável e se na sua

jornada não pintar medos e incertezas, por estar certo de que você está fazendo algo

errado. Se desafie e trate de começar a escrever a tua história que te trará orgulho daqui

a 5 anos e deixe pistas para que a sorte te encontre no caminho.

 
 
 

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